WARCROSS

SINOPSE: Autora das bem-sucedidas trilogias Legend e Jogos de Elite e nome forte da literatura jovem internacional, Marie Lu mergulha no mundo da tecnologia em Warcross. Neste eletrizante thriller de ficção científica, Emika Sato é uma hacker de 18 anos com uma vida financeira difícil. Num golpe de sorte do destino, ela se torna milionária ao ser contratada pelo criador do Warcross, um jogo de realidade virtual que virou febre em todo o mundo, para evitar um ataque em massa que estaria sendo planejado contra a plataforma – e seus milhões de usuários – durante a cerimônia de encerramento de um grande campeonato. Mas a garota logo conhece o lado sombrio do sucesso, à medida que a final se aproxima e pistas ameaçadoras começam a surgir. De onde partirá o ataque ao maior fenômeno da tecnologia mundial? Imersa no universo do Warcross, Emika descobre que escolher em quem confiar pode ser o jogo mais arriscado de todos - Marie LU - Editora ROCCO - 2018 - 320 páginas.

WARCROSS é uma distopia incrivelmente bem construída, e uma aventura que irá conquistar todo leitor voraz por novas ideias futuristas, que consegue prender a atenção e fazer o seu cérebro reproduzir cada detalhe em sua mente.

Emika é uma personagem forte, uma garota que foi forçada a aprender a sobreviver em um mundo onde só pode contar com ela mesma. Após invadir a cerimônia de abertura de Warcross, na tentativa de conseguir dinheiro para pagar suas dívidas, ela é exposta a todos os usuários e acaba indo de Nova York a Tóquio para uma proposta de emprego, de ninguém menos que Hideo Tanaka, o criador dos óculos de realidade virtual NeuroLink.

Mas por que ela vai trabalhar com ele, sendo que atrapalhou um jogo transmitido mundialmente? A resposta é simples: Emika é uma ótima hacker, e é disso que Hideo precisa para capturar um invasor dos seus sistemas.

Apesar de ser uma ótima comparação ao JOGADOR NÚMERO 1, de Ernest Cline, você consegue perceber que existem diversos fatos bem diferentes e muito mais complexos em WARCROSS. Por exemplo, em JOGADOR NÚMERO 1, a caçada se remete muito ao passado, onde você tem que ter um conhecimento extenso sobre o começo da era dos vídeo-games, enquanto em WARCROSS, você tem que criar novos códigos o tempo todo para conseguir invadir sistemas que são quase impossíveis de serem invadidos.

É como se fosse todo um quebra-cabeças, e você tem que ir atrás das peças, prestando atenção em cada detalhe do que acontece. Isso, sem contar as partidas de Warcross, que são imensamente detalhadas e cheias de imaginação, que você para e pensa: “isso é loucura!”.

Outra coisa que gostei, foi a forma como Emika e Hideo se relacionaram. Desde o primeiro momento, houve uma atração entre os dois, e quando eu lia os flertes, torcia muito para que ficassem juntos.

Quando comecei WARCROSS já imaginava que seria uma leitura boa. Um jogo virtual onde pessoas competem no mundo inteiro? É claro que seria interessante. E eu, que nunca havia lido algo de Marie Lu, fiquei bem interessada em conhecer outras obras dela depois desse livro, ainda mais quando ela cria personagens como Tremaine, Asher, Hammie, Rosher, que trouxeram características marcantes durante a história inteira, principalmente na forma que jogavam contra seus oponentes.

Ao meu ver, a única coisa que vem me incomodando ultimamente, e não tem nada a ver com a história, é o fato dos livros todos virem com uma sequência, mas como eu disse, isso não tem nada a ver com a montagem dos personagens e de como a história é toda escrita.

Com diversas reviravoltas, passados sendo colocados em pauta e a busca pelo invasor misterioso, WARCROSS tem um final revelador, onde coloca a integridade da nossa personagem à mercê de uma escolha que irá mudar tudo. E assim como ela, nós leitores, ficamos também em cima do muro, com pensamentos a mil sobre o que é certo e o que é errado, e a decisão de para quem devemos dar o benefício da dúvida.

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Amanda Mesquita

Moro em Guarulhos, São Paulo, sou do signo de trouxas, amo comer coxinha, torta de bis com morango, açaí e cachorro-quente de 50 metros de comprimento, sentada em uma mesa, ao lado da minha melhor amiga, no meio da bienal.

13 COMENTÁRIOS

  1. Conheci o livro aqui mesmo no blog por causa do sorteio mencionado. Achei muito interessante a premissa.
    Leio pouco o gênero distopia mas WarCross parece ser muito bem construído.
    Gostei do fato da personagem ser emponderada e também de ter um romance.

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  2. Oi, Amanda.

    O desenvolvimento do livro e seus elementos usados, são bem dinâmicos, causando no leitor, uma certa euforia.

    Afinal, estamos falando de uma realidade virtual, que também pode trazer momentos tensos, juntamente com o suspense envolvendo a personagem. Acredito que isso torna o livro bem descontraído.

    Por a Emika estar participando de um torneio mundial bastante importante, acredito que nada acontecerá facilmente, sempre virá as dificuldades, mesmo sendo uma excelente hacker, digna de competir.

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  3. Acabei conhecendo este lançamento aqui mesmo pelo blog e achei muito interessante a premissa do livro.
    Mesmo não sendo tão fã assim de realidade virtual e afins e praticamente não entendendo nadinha de nada, adoro estes enredos onde essa mistura de realidade e ficção é literalmente jogada ao leitor e lendo a resenha, fiquei imaginando isso já adaptado para o cinema!
    Espero poder ler o livro e entrar nessa aventura também!
    beijo

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  4. É que lembra muito de jogador numero 1, pelo jeito da história já pensei naquele livro. Mas achei legal que tenha suas características, a coisa do tecnológico e um ar mais próprio, focado mais em coisa atual que passado como naquele livro. E dessa autora já sei que vou gostar por já ter lido coisas dela e adorado. Ainda mais os personagens. Ela faz bons personagens e pelo jeito tá bem fácil torcer e gostar desses aqui. Gostei da garota e da força dela, de como se vira, da jornada em que caiu graças aos riscos que corre e a inteligencia. Parece bem fácil torcer por ela e deu vontade de ver onde tudo isso vai dar.

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  5. Oii Amanda!
    Eu tô fascinada por esse livro, curto obras da autora e este não poderia ser diferente, pelo que ando acompanhando sobre ele promete e mtoo, espero ter uma oportunidade pra ler e conhecer mais uma obra da autora.
    Bjs!

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  6. Oi Amanda.
    Já li O jogador no 1 e vi o filme e vi várias pessoas fazendo uma associação entre os dois livros, mas parece que eles não tem muita coisa em comum.
    Já li a trilogia Legend da autora e gostei da escrita, mas achei que ela pecou no desenvolvimento da história. Era tudo muito raso. Felizmente isso não parece acontecer nesse novo livro.
    Warcross tem uma premissa bem interessante e fiquei bem curiosa para saber mais sobre a criação desses códigos e imaginar esse novo mundo. Parece algo bem diferente.
    Beijos

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  7. Oi Amanda!
    Ultimamente estou lendo muitas resenhas sobre distopia mas esse livro em particular me deixou interessada por ser mais misterioso, acompanhar uma hacker tentado montar quebras cabeças, e com todo o mundo dos videos games. De fato o mundo criado em "Warcross" me deixou bastante intrigada. Gosto daquela pitada de romance nos livros então a relação entre Emika e Hideo me deixou bastante feliz com a obra. No geral gostei da ideia e o livro realmente parece muito bom.
    Bjs

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  8. Hello Amanda!
    Quando vi a capa desse livro logo deixei de lado o resto pois não me chamou atenção, como sou um pouco chata com capas, sou até daquelas que julga o livro pela capa então não dei moral, mas aí de tanto ver um monte de ig falando e sorteando ele, resolvi ler a premissa e levei um tombo daqueles kkkkkkkk. Fiquei mega interessada em ler e saber o enredo todo fico até imaginando como seria o filme se tivesse. Rsrsrsrs

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  9. Ficou muito xuxuzinha a resenha, Amyy🤗😘😘😘

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  10. Este comentário foi removido pelo autor.

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  11. Olá!!

    Conheci o livro através do blog, ainda não conhecia a autora. Espero ter oportunidade para ler este livro, parece ser muito bom. Confesso que não gostei muito da capa, e sim, eu julgo os livros pela capa, mas pelas resenhas que li me interessei!

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  12. Amanda!
    Achei que seria um livro mais voltado apenas para o jogo mesmo, mas pelo jeito, tem muito mais como reviravoltas, mistério e até um certo suspense para embarcar no enredo.
    Gostei muito.
    “A sabedoria superior tolera, a inferior julga; a superior perdoa, a inferior condena.” (Augusto Cury)
    cheirinhos
    Rudy
    TOP COMENTARISTA ABRIL – ANIVERSÁRIO DO BLOG: 5 livros + vários kits, 7 ganhadores, participem!
    BLOG ALEGRIA DE VIVER E AMAR O QUE É BOM!

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  13. Olá Amanda,
    Como compararam bastante com "O jogador número 1" eu achei que seria mais parecido, e de fato é, tem bastantes semelhanças sendo que os dois falam sobre jogos virtuais que as pessoas se envolvem fisicamente.
    Não é meu estilo de livro, não nego que parece bem escrito, mas esse tipo de proposta não me atrai!
    Que bom que gostou, e olha, quando há romances não tem como não torcer, rsrs.
    Beijos

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